sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Terras do Mundo Místico - Fogo & Grande Deserto

Terras do Fogo

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Vulcões existem por todo o Mundo Místico. Uns já inteiramente inativos há milhares de anos, como os das Terras do Sul, onde hoje estão as maiores áreas florestais; outros, apenas adormecidos, como os do País de Gelo e, algumas vezes, entram em erupção. Porém, existe uma faixa de terras onde há maior incidência de vulcões, alguns em constante atividade, e é chamada de Terras do Fogo.
Não é um país inóspito, como possa parecer. Há uma população proporcionalmente grande que sobrevive da agricultura, sendo que os solos cultiváveis são riquíssimos, e da forja do metal, sendo que os melhores ferreiros do mundo são os Filhos do Fogo.
A terra é rica em minérios e metais, e suas lagoas e termas são consideradas curativas, atraíndo filhos de outras terras que pagam um alto preço para se banharem em suas águas, sendo um negócio lucrativo para as comunidades mais próximas das montanhas, onde estão localizadas tais lagoas sulforosas e termas.
Possue extensos campos de girassóis e diversas espécies de ervilhas, que não proporcionam apenas a principal alimentação do povo, mas uma beleza ímpar.
Apesar do perigo iminente de uma catástrofe, seu povo aprendeu a conviver com os vulcões e os contanstantes tremores de terra.
Por conta da netureza severa do ambiente, os Filhos do Fogo são o povo de aspecto mais rude, sendo os seus indivíduos seres de constiuição grande e forte, de pele mais grossa e de cor castanha e, geralmente, não possuem pelos no corpo, nem cabelos e, quando os possuem, são crespos e escuros.
São marciais, aparentando sempre estarem prontos para uma guerra. Crianças que nascem debilitadas ou com alguma deficiência que as tornem incapazes para toda a vida, são devolvidas à Deusa Peleé através de um ritual em que a vítima é sacrificada de forma rápida e indolor. O que para outros povos possa parecer de extrema crueldade, é de real necessidade de sobrevivência para o Povo do Fogo, pois, para eles, alguém que não possa se defender por si mesmo das forças da natureza, pode não matar apenas a si mesmo, mas toda a sua família, por isso os laços afetivos devem ser rompidos logo ao nascer da cria incapaz.
Cultuam um panteão de deuses ligados ao fogo, aos vulcões, às águas quentes e ao subterrâneo. Esses deuses são encabeçados por uma deusa-criadora, como a Grande-Mãe dos Filhos das Terras Altas. Seu nome é Peleé, deusa do fogo e dos vulcões. (Para saber mais, leia: Wikipedia; Deusa Pele).
As cores predominantes são o vermelho e laranja.

Terras do Grande Deserto

Sua área é constutuída de rocha, areia e minerais granulados pela constante ação dos ventos, causando as erosões nas montanhas de pedras. Inicia-se após o Deserto de Gelo das Terras do Norte, a região mais fria e inóspita do mundo e se extende até encontrar o oceano a Nordeste e as Terras do Fogo ao Este, fazendo-lhe fronteira e tendo vários atritos entre eles ao longo da História do Mundo Místico.
As Terras do Grande Deserto são naturalmente amistosas às Terras do Norte. Segundo lendas, os Filhos do Frio, que não suportavam mais o Grande Inverno que arrasou a civilização antiga do Norte, fugiram para o Nordeste, onde o sol beijava a terra e a aquecia. Encontrando calor, por lá ficaram e formaram uniões que se expandiram até formar o Povo do Deserto. A escasses de alimentos e água não foi um grande impencilho, pois tais Filhos do Frio haviam aprendido a sobreviver com muito pouco por conta do cataclismo que dizimou a antiga civilização.
Proporcionalmente, é a segunda civilização com menor demografia. Seu povo tem a pele morena pelo sol, cabelos e olhos negros, mas alguns nascem com resquícios de Filhos do Frio, fazendo um contraste exótico de pele quase negra com cabelos brancos e olhos claros.
As cidades se aglomeram em torno de oasis que, ao contrário do restante da terra, são solos ricos e férteis, com grandes mananciais de águas subterrâneas. Porém, entre uma cidade e outra há grande distância e muitos Filhos do Deserto passam a vida como nômades, perambulando de uma cidade à outra para levar mercadorias e suprimentos. E nem todos vivem em cidades. Há uma raça que vive em pleno deserto e, dizem, são capazes de sobreviverem sem água, retirando o mínimo necessário da vegetação rasteira e ressequida que cresce às sombras dos montes de pedra e de dunas. Essa raça, tal qual a vegetação que lhes garante sobrevivência, tem a aparência raquítica e ressecada, porém são forte e resistentes.
Não é um povo religioso. A vida difícil a que esse povo está relegada o mantém muito ligado à terra, à matéria e sobreviver oculpa toda parte de seus dias, não sobrando espaço para contemplações do espírito
A cor predominte é o ocre, que é representado desde as suas vestimentas até nos objetos que produzem.
Para saber mais sobre deserto, acesse: http://pt.wikipedia.org/wiki/Deserto

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